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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

domingo, 4 de janeiro de 2009

As Aventuras de Nanico - Episódio 8: De quando Nanico se entristece

O fato de Nanico, nosso pequeno herói, gostar de uma festa já foi salientado anteriormente em algumas das oportunidades passados. O que não foi explicado ainda é que nem tudo são flores na vida de Nanico, na verdade, flores na vida de nosso pequeno herói são coisas raras. Ele nem as aprecia tanto quanto pensam! Por vezes, às vezes sem motivo aparente ou com a mais óbvia das razões, Nanico se entristece. E tudo parece entristecer no mundo de Nanico. O que também não quer dizer que nosso heróis seja um pequeno heróis depressivo em constante crise existencial. O que seria de nós se nosso herói assim o fosse? Depressivo não. Quanto ao resto, talvez. Vai saber? Nanico sabe? Nanico sabe tudo! E sabe o que é estar realmente triste, sabe o porquê de se estar triste. E por isso, valoriza mais que ninguém os momentos de alegria. Me impressiona sempre como as aventuras de Nanico sempre se convertem em manuais de auto-ajuda (no termo propriamente dito). Nanico não é triste, Nanico não é alegre. Nanico não acredita no ser. Nanico está. Consatantemente e por isso se aventura por esses mundos. Não só o seu, mas os próximos também, às vezes próximos demais, às vezes não tão próximos assim... Vai saber? Nanico sabe! Quando as aventuras de Nanico se converterão em aventuras reais? Assim que nosso mínimo heróis descobrir o que é real! Quem sabe depois disso, ou por isso, ele encontre o caminho da felicidade eterna e não precise mais valorizar pequenos momentos de alegrias. Migalhas de felicidade. Tristeza nunca mais! E vida que segue... Na nicovia!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Retrospectiva 2008

1o dia do ano: Reveillón em Copacabana (pra mim, saldo positivo) seguido de uma tarde/noite vendo Harry Potter com a dona do cafofo (abrigo da galera da Zona Oeste e alguns elementos da Zona Norte)

Férias: descanso humildemente merecido, entre idas ao Centro, algumas idas ao cinema, encontros esporádicos com os amigos, leituras sobre metacognição, uma festa (não-muito) surpresa no cafofo, um aniversário no qual a aniversariante não apareceu e sono... muito sono! Acompanhado das já típicas pedaladas de férias na quinta da Boa Vista! (= saldo positivo)
Um emprego!! Treinamentos e reuniões e o início das aulas em fevereiro (Yes! São Cristóvão = saldo positivo)
Ida a Mangaratiba (=saldo nulo)

Carnaval: Bola Preta, Grupo A e B, Carmelitas, tentativas (mal-sucedidas) de outros blocos e uma esticada até o sábado das campeãs (= saldo positivo) uma despedida sem sentido

Começo do Ano: Entre fundão e praia veremlha, um VII semestre que era uma espera pro começo do fim. Entre espanholas, peruanas, gaúchas, nordestinos, atrizes, "frutos" e não-aulas, (saldo = nulo). Aniversário surpresa! (= saldo positivo), CLAC aos sábados (o dia inteiro no fundão = saldo negativo), um quebra-cabeça de 12 horas, um trabalho como intérprete e reunião monográfica (=saldo positivo) e FÉRIAS!!

Julho = férias - arraiá do bota fora e fuga pra Bs As (férias de verdade!). (= 22 x saldo positivo), ainda que a conta corrente descorde!

Agosto e a volta a rotina (=saldo previamente negativo): Novo emprego (Yes! Méier = saldo positivo)... Volta às aulas. Entre os lits da vida (=saldo negativo), o começo do fim. Alunos muito legais, professores nem tanto... muita gastrite! Encontros pan-americanos, aniversários de uma galera foda e um bota-dentro atrasado (= saldo mais que positivo). Fito Paez e Julieta Venegas (= saldo positivo, porra!!!). Outra ida a Mangaratiba e Ilha Grande (=êta, saldo positivo)... Saídas lepianas (atrasadas, mas saldo positivo)
e uma surpresinha aos 35 do segundo tempo! (saldo mais que positivo!! e partida não-terminada)

E que venha 2009!!! e que venham os inesperados esperados!! e os não-esperados também!
resoluções? poucas... os shows não cumpridos em 2008, tentar resolver mais, fechar licenciatura e MESTRADO!
pois que venha 2009!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

As Aventuras de Nanico - Episódio 7: Da criança que é Nanico

Nanico é criança. Nanico é bobo. Nanico acha que é feliz. As vezes, Nanico percebe que isso é só mais uma de suas tolices, mas Nanico prefere assim mesmo. Nanico é criança. E criança esperta. Que sabe bem o que é ser criança. Nanico se aproveita de sua infância. Nanico brinca de ser criança. As vezes, nosso heróis é criança séria, birrenta, que finge saber o que quer. Mas sempre criança e bate o pé até que quebra. Ou o pé ou a pedra. Em lguns momentos, Nanico se esquece de que é criança e isso deixa nosso pequeno herói muito triste. Mas Nanico é bicho louco, não sabe bem o que faz e logo se lembra de nunca mais esuqecer o inesquecível. Mas se é inesquecível, porque diabos Nanico esquece tanto? O mundo de Nanico já sabemos, é mundo próprio... substantivo seu. Sujeito composto. O mundo de Nanico não é mundo seu, ainda que seu. Nanico então deixa seu mundo entrar no mundo maior e Nanico esquece. Esquece que tem seu próprio mundo. Esquece de brincar. Mas tão bobo é seu, que Nanico logo volta a ser o que é. Criança. Nanico beija rindo. Nanico lê as placas, Nanico vê pessoas, Nanico ouve vozes. Nanico tira fotos, muitas fotos. Nanico gosta da cidade em noites de chuva. E do mundo em dias de sol. Grande Nanico!

domingo, 19 de outubro de 2008

"mudaram as estações, nada mudou"

Clichê. E por quê não?
Saudades de quando a gente era criança, todo mundo e podia fingir que o mundo era perfeito e pequeno. 40 graus, e era dia de brincar... e de brincar de estudar. As vezes, um banho de piscina pra amenizar o calor... ou um pic... pra intensificar... Mas a vida segue... Há vida que segue... A gente cresce, e desaparece, e aparece, e desaparece. Tanta coisa muda e a gente vê que não há mais crianças, que as diferenças também se tornam adultas e tudo fica mais complicado. A gente foge e a gente se esconde. Mas aí vem a vida e dá uma de suas topadas na pedra, e a gente se acha e aí a vida nos mostra (mesmo na ausência dela) que a gente é criança sim, que a gente tem muito de diferente sim, mas ainda resta algo que nos é comum e que nos permite sermos quem somos, onde somos, porque somos, quando somos e se somos, assim só por ser... E aí a gente vê que a gente sem a gente não é nada, não é a gente, nem gente é... e aí a gente vê que tudo muda, mas quem muda a gente? 40 graus... e não há pic, nem piscina... mas tudo aumenta e diminue daqui de baixo.

domingo, 12 de outubro de 2008

Bem - Passada

E aí? Açaí!
Guaraná... Pra alegrar!
É assim... Sapoti,
Jamelão... Pra cantar!

Se não há mais aqui
Não há o que fazer
A vida me passa ao léo
Sem haver o que dizer

Os antônimos se misturam
Lado a lado ao dicionário
Todos juntos num só livro
Tudo limpo no cenário

Como o canto do canário

O meu já não canta mais
Porque bebeu em demasia
Água que passaro não bebe
Já não quero o que eu queria

Todos dizem: - Já passou!
Mas a roupa tá amassada
Eu mal sei o que ficou
Se ficou...
Nenhum, ninguém ou nada.

(diego - 15/12/05)

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Por que já não há estrelas no céu do Rio de Janeiro?

Outro dia
olhando pras nuvens
no céu
foi díficil acreditar
que eram água
de mar.

(Diego - 22 anos)

sábado, 30 de agosto de 2008

4 anos... 4 anos...

Meu nome é Diego e há 4 anos eu convivo com um problema difícil de ser resolvido. Um dia me apareceu nas mãos uma ficha que dizia: “Inscrição para o Vestibular”. Eu entrei para a universidade e há 4 anos, todo dia, às 5h30 eu acordo com um barulho estranho vindo do meu celular. No começou, me pareceu que ia ser complicado e realmente foi. Tentei de tudo para melhorar minha situação, mas nada adiantava. Todo dia, contra a minha vontade, estava lá o barulho do celular e eu levantado mesmo sem querer. Quase enlouqueci! Ainda que minha mente não quisesse, meus pés me levavam ao ponto do 634. Não é pra lá! Não é pra lá! Imagina acordar com um barulho estranho e ser levado a um lugar no qual você não quer entrar durante 4 anos... 4 anos... Não é pra lá! Não é pra lá! 4 anos é muito tempo, principalmente quando as coisas não vão bem... Por isso pense bem antes de tentar o vestibular, é isso que vai decidir o que será dos seus próximos 4 anos de vida! Não é pra lá! Não é pra lá!

domingo, 17 de agosto de 2008

FL/UFRJ



créditos: vanessa

Porque era eles. Porque era eu. Porque era nós. Porque somos nós. Porque fomos. Porque seremos. Porque o sistema é maus. Porque minha turma legal é outra. Porque é passado. Porque é presente. Porque é saudades. Porque é esperança. Porque é medo. Porque é lembrança. Porque é preciso. Porque eu preciso. Porque sim.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Bs As


Vereda. Colectivo. Subte.
Valija. Auto. Vincha.
Pollera. Campera. Remera.
Bombacha. Coger. Living. Ciber.
Empanada. Asado. Parrilla. Pancho.
Dale. Cancha. Aguante.
Lindo. Está. Algo. Re-
Vos.