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sábado, 30 de agosto de 2008

4 anos... 4 anos...

Meu nome é Diego e há 4 anos eu convivo com um problema difícil de ser resolvido. Um dia me apareceu nas mãos uma ficha que dizia: “Inscrição para o Vestibular”. Eu entrei para a universidade e há 4 anos, todo dia, às 5h30 eu acordo com um barulho estranho vindo do meu celular. No começou, me pareceu que ia ser complicado e realmente foi. Tentei de tudo para melhorar minha situação, mas nada adiantava. Todo dia, contra a minha vontade, estava lá o barulho do celular e eu levantado mesmo sem querer. Quase enlouqueci! Ainda que minha mente não quisesse, meus pés me levavam ao ponto do 634. Não é pra lá! Não é pra lá! Imagina acordar com um barulho estranho e ser levado a um lugar no qual você não quer entrar durante 4 anos... 4 anos... Não é pra lá! Não é pra lá! 4 anos é muito tempo, principalmente quando as coisas não vão bem... Por isso pense bem antes de tentar o vestibular, é isso que vai decidir o que será dos seus próximos 4 anos de vida! Não é pra lá! Não é pra lá!

domingo, 29 de junho de 2008

Yo, yo he tenido muchos nombres...

Hace muchos muchos años, en un país muy lejano y triste existió una enorme montaña de piedra negra y áspera. Al caer la tarde en la cima de esa montaña, florecía todas las noches una rosa que otorgaba la inmortalidad, sin embargo nadie se atrevía acercarse a ella, pues sus numerosas espinas estaban envenenadas. Entre los hombres solo se hablaba del miedo a la muerte y al dolor, pero nunca de la promesa de la inmortalidad. Todas las tardes la rosa se marchitaba sin poder otorgar sus dones a persona alguna, olvidada y perdida en la cima de la montaña de piedra fría, sola hasta el fin de los tiempos.


Y se dice que la princesa descendió al reino de su padre y que ahí reinó con justicia y bondad por muchos siglos, que fue amada por sus súbditos y que dejó detrás de sí pequeñas huellas de su paso por el mundo, visibles sólo para aquel que sepa donde mirar...

(in: El laberinto del fauno/Guillermo del Toro)

quarta-feira, 16 de abril de 2008

"Si la vida te da más de cinco razones para seguir..."

- Es rara la nostalgia, ¿no?. Porque tener nostalgia en sí no es malo. Eso es que te han pasado cosas buenas y las echas de menos. (...) ¿Se podrá tener nostalgia de algo que aún no te ha pasado? Porque a mí, a veces, me pasa. Me pasa que me imagino cómo van a ser las cosas, (...) con la vida en general. Y luego me da pena cuando me acuerdo de lo bonitas que iban a ser... porque iban a ser preciosas, en serio, preciosas. Y luego, cuando lo pienso me da nostalgia. Porque iban a ser tan bonitas... Cuando me doy cuenta de que aún no han pasado y que a lo mejor no pasan nunca... me pongo super triste... super triste, tía... Pero es como una tristeza a cuenta. Como la fianza de cuando alquilas una casa, pero con tristeza. Que la pones por delante, porque, total, sabes que la vas a acabar utilizando igual...
(in: Princesas - Fernando León de Aranoa)

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Procura-se músicas para letras


Começando postagem com sábias palavras...

Adia tudo. Nunca se deve fazer hoje o que se pode deixar de fazer também amanhã. Nem mesmo é necessário que se faça qualquer coisa, amanhã ou hoje. (Bernardo Soares*)

Nunca penses no que vais fazer. Não o faças. (Bernardo Soares*)

Só o primeiro passo é que custa. Mas depois do primeiro passo dado, o segundo é o primeiro depois desse. É bom reparar nisto e não dar passo nenhum... Todos custam (Fernando Pessoa)

Férias! Tempo de descansar, descansar, descansar até ficar cansado. E aí, descansar mais um pouco... Descansar a mente, descansar o corpo, até ficar entendiado. Entediado de não fazer nada e achar que não há nada a ser feito. Achar que a vida não nos deu nada pra fazer. Férias! Tempo de adiar. Adiar decisões, adiar ações, adiar idéias, adiar tarefas. E depois de adiar e descansar e adiar e descansar, procurar o que fazer por achar que não há nada a ser feito. O problema é que com tanto o que fazer, não dá pra fazer o que se decidiu. Aí, vem o tédio. E as letras continuam sem músicas, e eu continuo na mesma situação em que antes me encontrava assim como as letras, que sem música de nada valem. Mas elas esperam que suas músicas cheguem e eu espero chegar logo com elas.

*Bernardo Soares é um dos heterônimos de Fernando Pessoa, que mesmo sendo pessoa e não pessoas(aí, foi mal o tracadilho), sabia ser vários em um e um em vários.

sábado, 27 de maio de 2006

Eu sou um gênio

"A loucura, longe de ser uma anomalia, é a condição normal humana. Não ter consciência dela, e ela não ser grande, é ser homem normal. Não ter consciência dela e ela ser grande é ser louco. Ter consciência dela e ela ser pequena é ser desiludido. Ter consciência dela e ela ser grande é ser gênio."
(Fernando Pessoa)

domingo, 19 de fevereiro de 2006

Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo)

"Até quando você vai levar cascudo mudo? Muda, muda essa postura. Até quando você vai ficando mudo? Muda que o medo é um modo de fazer censura... Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude, nem doeça sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente a gente molda o futuro...
Até quando você vai levando porrada? Até quando vai ficar sem fazer nada? Até quando você vai ficar de saco de pancada? Até quando você vai levando?"
(Gabriel, o Pensador)