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sábado, 11 de agosto de 2007

Porque eu não entendo porque eu escrevo essas coisas

Porque a proporção de água em nosso corpo é a mesma proporção de água no mundo. Porque a água do mundo tá acabando. Porque não é de pena que o mundo precisa. Porque quem não bate, leva. Porque é a lei do mais forte. Porque é água de rio. Porque foi um rio que passou em minha vida. Porque o rio desagua no mar. Porque deve ter algum que sirva. Porque está tudo planejado: metas, objetivos, prioridades e princípios. Porque agora não vai dar mais pra chorar. Nem pra rir.

Canção: Socorro
Cantora: Gal Costa
Compositor: Arnaldo Antunes

"Socorro, alguém me dê um coração/Que esse já não bate nem apanha/Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa/Qualquer coisa que se sinta/Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva/Socorro, alguma rua que me dê sentido/Em qualquer cruzamento,/Acostamento,/Encruzilhada/Socorro, eu já não sinto nada"

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Resumo

Na ida... tudo certo no aeroporto. Suspeitei. Em meio à crise, nem um pingo de azar? Peguei o avião, comi as barrinhas e o amendoim e fui até Brasília num ônibus que voa. Depois de Brasília, Belém. Depois de 4 hs... Calor. Hotel. 4 estrelas com tudo pago. Reserva? Não efetuada! Vou dormir na rua... Depois de 30 telefonemas na sexta-feira anterior era o único que eu tinha achado... E agora? Depois de ficar branco, roxo, nervoso, puto... td se resolveu, consegui um quarto. Vamos conhecer a cidade? Fomos... Bonitos lugares, mas sujos, muito sujos... Praça da República. Show de danças típicas. Eu estava no centro. Informação? Não. Ônibus. R$1,35. Mas velho, sujo, tipo 634. As Docas. Um belo pôr-do-sol. Guaraná Garoto. Sorvete Cairu. Chuva. Volta ao hotel. Quarto de hotel. Quarto de hotel. Shopping. Tou no Rio? Bob’s. Chuva. Quarto de Hotel. Cyber do Hotel. Quarto de Hotel. Jô Soares. Despertador. Vamos ao Congresso? Ônibus! Sistema de transporte precário. Qual ônibus? Informação? Não. Ananindeua? Salomé? Santarém? Nazaré? UFPA? Pres. Vargas? Nele está escrito o caminho de Ida e o de Volta? Mas ele ta indo ou voltando? Fui. “Fineza não jogar lixo no cemitério”. Congresso. Hangar. Bonito lugar. Esgoto passa no meio da rua, mas dentro tem lixeira com sensor... Palestras. Painéis. Açaí quente. Voltar? Ônibus? “Não há ruas de mão dupla. Você pega o ônibus no mesmo lugar que você salta...” Hotel. Quarto de Hotel. Cyber do Hotel. SIGA. Chuva. Quarto de Hotel. Despertador. Ônibus. Congresso. Almoço. Fila. Encontro. Conversa. Amigos? Conversa. Amigos! Balança Roubada. Almoço. Um grupo pequeno... um grande grupo. Banco. Calor. Painéis. Passeio de Barco. Chuva. Belém ao entardecer? Pôr-do-sol? Acho que ele já se pôs há um bom tempo... Rodízio da Pizza Hut. Futebol, Física, Psicologia, Pizza, Cinema, Literatura, Política, Fonética, Vida, História, Nada, Biologia, Culinária, Arte, Fotografia, Filosofia, Vida, Nada, Pizza. Hora de Partir. Táxi. Motorista não conhece a cidade, mas corre... Curva? Pra que freio? Acelera. Erra o caminho. 3 vezes. Mas chega. Quarto de Hotel. Despertador. Vamos economizar? Check-out. Pensão. Lugar legal. Barato. Mais legal ainda. Pessoas legais. Opa, muito legal! Eu pareço o neto da dona da pensão! Ela está triste com muitas coisas. Ela chora... E ela diz que chora à toa. Não é pra eu me preocupar. Tenho que ir. Congresso. Girafa? Todos aqui? Ponto de ônibus. Calor. Informação? Um paulista do Pará. “É só você observar o meu sotaque.” 2 horas de viagem: Belém. Muito pobre e muito rica. Icoaraci. Feira de Artesanato? Chuva. Restaurante. Pirarucu, tucupi, tacacá, filé ao molho madeira. Rio ou mar? Praia de Rio. Feira de Artesanato. Chuva. “Proibido estacionar. Entenderam seus burros?” Ônibus de volta? No mesmo lugar de ida! Enche, enche mais, enche muito. Pra descer? Ninguém se mexe. Empurra. Foda-se. Empurra. Espera motorista. Desce. Volta na Praça. Pensão. Boteco do Brás. Chorinho! Chopp, batata. Hambúrguer? Não tem. Coca? Não tem. Guaraná? Não tem. Fanta? Não tem. Soda? Não tem. Que refrigerante vocês tem aí? Bom, refrigerante? Acabaram todos! Se é assim... Pensão. Despertador. Centro Histórico. Calor. Prédios velhos, bonitos, acabados, reformados... Igrejas. Arte Sacra e arte moderna. O que é arte? Praça do relógio. Casa das onze janelas. “Aquilo é porta, não é janela!” Forte. “O que é enquartelamento?” Museu. Bela vista. Chuva. Belém. Bonita cidade. Ver-o-Peso. Urubus. Barcos. Bruxas. Arranca, atraí, pega, amansa... Bombons? Encomenda. Vendedores que não falam, apontam. Ônibus. Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. Almoço. Chuva. Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emilio Goeldi. Animais. Plantas. Mapa? Tá escondido na entrada... Animais. Chuva. Plantas. Ônibus. Lan House. Chuva. Muita chuva. Pensão. Docas. Pato no tucupi. Navio cheio de búfalos. Vai virar. Fala. Come. Fala. Anda. Fala. Pensão. Despertador. Congresso. Painel. Pensão. Aeroporto. Bombons? Não... Atraso! Conversa. Ônibus que voa. Barrinha e amendoim. Brasília. Atraso! Conversa. Ônibus que voa. Barrinha e amendoim. Rio de Janeiro. Frio. Carona. Casa.

domingo, 15 de julho de 2007

Pra você ver...

De volta ao lar, porque o lar se encontra no mesmo lugar...
Depois de perceber que a vida poderia ser muito mais fácil, faço planos pra facilitar o que poderia ser mais vida. Depois de conhecer bons lugares e grandes pessoas, planifico fatos para que nada fique para trás e nada passe para frente. Depois de perceber que existe muita coisa fora do lugar, penso em perceber o que fazer pra colocar o lugar das coisas. Depois de pensar em decisões tomadas, resolvo esquecer para parar de decidir. Depois de reparar a importância de coisas sem importância e me importar com coisas pouco importantes, vivo pra planejar coisas, fatos, decisões, lugares e pessoas...
De volta ao lugar, porque o lugar se encontra no próprio lar...

Canção: Casa
Cantor: Lulu Santos (Lulu Santos)
Compositor: Lulu Santos
CD: Satisfação

"Mas sempre tinha a cama pronta/E rango no fogão/Luz acesa, me espera no portão/Pra você ver/Que eu tou voltando pra casa"

domingo, 17 de junho de 2007

Só pra lembrar...

A Incrível História de Branca das Neve e suas desventuras pelo Mundo das Fadas (Título provisório)

Capítulo I – Era uma vez... (ou Como Branca das Neve se tornou Branca das Neve) (ou ainda Como tudo começou para Branca das Neve)

Branca das Neve era a mais importante traficante do Mundo das Fadas. Ela contava com a ajuda de sete pequenos indivíduos que sempre estavam indo para casa. Na verdade, eram 119 pequenos indivíduos, que sempre saíam em grupos de sete. Como usavam sempre o uniforme da empresa de Branca das Neve e pequenos indivíduos no Mundo das Fadas não eram comuns, todos achavam que eram os mesmos sete pequenos indivíduos, e que estavam sempre indo para a mesma casa, o que também não era verdade. Mas isso ninguém sabia. E como acho que no Mundo das Fadas ainda não há telefone e a Velox ainda não cobre esse território, acho que ninguém saberá tão cedo.

È sempre bom lembrar que Branca das Neve não nasceu Branca das Neve. Quando pequena, fora criada em uma bonita família, muito feliz, dessas que só se formam no final das histórias. Famílias assim não eram comuns no Mundo das Fadas e por isso todos admiravam a Família Silva. Maria da Silva, hoje conhecida como Branca das Neve, foi a caçula de sete irmãs e sempre foi muito amável e bem educada. Até o dia em que se envolveu com um sujeito conhecido no Sub-mundo das Fadas como Seu Príncipe. Seu Príncipe não era um bom homem. E Branca das Neve sabia disso. Mesmo assim, ela resolveu seguir sua vida com ele, deixando todos os Silva muito decepcionados com sua decisão. Após algumas confusões com um tal de Lobo-Mal, que já havia se associado a uma perigosa matadora de chapéu vermelho, Seu Príncipe apareceu morto no lago dos Crocodilos...


Esta história foi escrita ao longo do final do ano passado aqui neste blog. Mas para facilitar a leitura dela e para aqueles que não tenham a acompanhado, resolvi fazer um blog só para ela. assim fica mais fácil de percebê-la como um todo.
O endereço do blog é o seguinte: www.brancadasneve.blogspot.com
Quem quiser dá uma passada lá.

sábado, 16 de junho de 2007

A gente quer ter voz ativa pro nosso destino mandar...

Há algum tempo, pouco na verdade, percebi o quão pouco dono de minha vida sou, se é que sou um pouco... Vi as coisas acontecendo e não pude fazer nada para impedir nada ou pra ao menos recuperar os danos... É, voltei as postagens autorais, talvez a mais de todas. Deve ser o efeito da sexta-feira ou pq a gente tarda a conceber as coisas. Só percebemos o que concebemos ou concebemos o que percebemos? Pense nisso... Eu não sei, sei que foi tudo muito complicado, é tudo muito complicado, e não sei porque. Não sei por que as coisas acontecem. Não entendo o mundo onde vivo. Não sei nem se vivo... Não gosto disso, de ficar explanando pensamentos em vão. Mas do jeito que as coisas andam... o que não seria em vão? Não sei... Engraçado, não foi só uma noite (ou meia-noite)... foi td o que veio depois dela... que veio junto com ela... Não tá entendendo? Não é pra entender... nem eu... Deus? Acho que ele não tem nada a ver com isso, não. Nossa relação é um tanto quanto específica... Acredito nele, pelo que acredito. E acho que seu filho, filho dele ou não, foi o cara mais foda que já existiu... (ou que já houve?) veio pra mudar o mundo, mas é difícil entender... Atire a primeira pedra... Falo e me ouve e tento ouvir. É estranho, é tudo mto estranho... Se deus não existe? Isso pra mim não importa mais... Vc acredita em tantas coisas que não existem e nem sabe... é a matriz, meu camarada, a matriz, o céu de baunilha, os concursos de beleza... Voto de silêncio? Adiantou... "O silêncio é a manifestação da indiferença", já disse alguém uma vez... Mas, sei lá... é tudo muito estranho, e começo a entender as coisas, poucas na verdade... aquela, na verdade... Não sei da vida, das vidas, da morte... Mas, cara, pensa só... No quase fim de tudo, eu vi a esperança, eu estava sem óculos, é verdade, mas vi... ao apagar a luz, eu vi... Tava lá, "geral fudido", mas tava lá, todo (o) mundo, se apertando, se ajeitando, se confortando (ou desconfortando), se acompanhando... mesmo na pior das horas... ou seria porque era a pior das horas... Sei lá... sei que não sou eu que controlo o meu guidom, quem controla eu não sei... vou de carona e busco quem possa vir comigo... Mas eis que chega a roda viva e carrega o destino pra lá.

Canção: Roda Viva
Compositor: Chico Buarque
Cantores: Chico Buarque e Fernanda Porto

Tem dias que a gente se sente/Como quem partiu ou morreu/A gente estancou de repente/Ou foi o mundo então que cresceu/A gente quer ter voz ativa/No nosso destino mandar/Mas eis que chega a roda viva/E carrega o destino prá lá ...

domingo, 3 de junho de 2007

"Vivir es lo más peligroso que tiene la vida"*

"Falta eu acordar, ser gente grande pra poder chorar..."

Porque essa é a minha condição. "Porque não fui eu que disse, foi vc que ouviu". Porque quem fala o que quer, ouve o que não quer. Porque o incômodo é sensação permanente. Porque assim quem vai me dar razão? Porque emoções são racionalizáveis. Porque com 9 meses de idade a gente descobre que é igual aos outros. Porque aos 4 anos a gente descobre que é diferente dos outros. Porque eu não pretendo ser a vassoura, nem o envassourado. Porque é difícil entender o que digo. Porque é difícil eu dizer. Porque eu só abro a boca quando eu tenho certeza. Porque é preciso dizer. Porque há pré-condições para a condição. Porque é preciso entender as pré-condições. Porque é preciso superar as anti-pré-condições. Porque o medo é das consequências, e nunca das causas.

Canção: Condição
Cantor: Lulu Santos
Composição: Lulu Santos

"Eu não sou diferente de ninguém/ Quase todo mundo faz assim/ ...Não quero causar impacto/ Nem tampouco sensação/ O que eu digo é muito exato/ É o que cabe na canção"

*Verso de "No es lo Mismo", de Alejandro Sanz

domingo, 13 de maio de 2007

Além do que se vê nessa terra de gigantes

Canção: Lady Laura
Cantor: Roberto Carlos
"Tengo a veces deseos de ser/Nuevamente un chiquillo/Y en la hora que estoy afligido/Volverte a oir/De pedir que me abraces y lleves/De vuelta a casa/Que me cuentes un cuento bonito/Y me hagas dormir//Muchas veces quisiera oírte/Hablando sonriendo: Aprovecha tu tiempo/Tú eres aún un chiquillo/A pesar la distancia y el tiempo/No puedo olvidar/Tantas cosas que a veces de ti/Necesito escuchar//Lady Laura, abrázame fuerte/Lady Laura, y cuéntame un cuento/Lady Laura, un beso otra vez//Lady Laura/Lady Laura, abrázame fuerte/Lady Laura hazme dormir/Lady Laura, un beso otra vez/Lady Laura//Tantas veces me siento perdido/Durante la noche/Con problemas y angustias/Que son de la gente mayor/Con la mano apretando/Mi hombro seguro dirías: Ya verás que mañana las cosas/Te salen mejor//Cuando era un niño/Y podia llorar en tus brazos/Y oir tanta cosa bonita/En mi aflicción/En momentos alegres/Sentado a tu lado reía/Y en mis horas difíciles/Dabas tu corazón//Lady Laura, abrázame fuerte/Lady Laura, y cuéntame un cuento/Lady Laura, y hazme dormir
Lady Laura/Lady Laura, abrázame fuerte/Lady Laura llévame a casa/Lady Laura, y cuéntame un cuento/Lady Laura//Tengo a veces deseos de ser/Nuevamente un chiquillo/El pequeño que tú todavía/Aún crees tener/Cuando a veces te abrazo y te beso/En silencio entendido/Tú me dices aquello/Que yo necesito saber"

"Moça, olha só o que eu te escrevi: É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê... Sei que a tua solidão me dói e que é difícil ser feliz mais do que somos todos nós, você supõe o céu... Sei que o vento que entortou a flor, passou também por nosso lar e foi você quem desviou com golpes de pincel. Eu sei, é o amor que ninguém mais vê, deixa eu ver a moça, toma o teu, voa mais, que o bloco da família vai atrás. (...) É bom te ver sorrir... Deixa vir à moça, que eu também vou atrás e a banda diz: assim é que se faz!" (Marcelo Camelo)

"Hey mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica. Durante muito tempo isso foi tudo que eu queria ter. Mas, hey mãe! Alguma coisa ficou pra trás... Antigamente eu sabia exatamente o que fazer. Hey mãe! Tenho uns amigos tocando comigo, eles são legais, além do mais, não querem nem saber. Mas agora, lá fora, todo mundo é uma ilha a milhas e milhas e milhas de qualquer lugar... Nessa terra de gigantes (eu sei, já ouvimos tudo isso antes), a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes. As revistas, as revoltas, as conquistas da juventude são heranças, são motivos pr'as mudanças de atitude. Os discos, as danças, os riscos da juventude, a cara limpa, a roupa suja, esperando que o tempo mude... Hey mãe! Já não esquento a cabeça. Durante muito tempo isso foi só o que eu podia fazer... Mas, hey mãe! Por mais que a gente cresça, há sempre coisas que a gente não pode entender. Hey mãe! Só me acorda quando o sol tiver se posto, eu não quero ver meu rosto antes de anoitecer. Pois agora lá fora, o mundo todo é uma ilha, a milhas e milhas e milhas... Nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes, a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes" (Humberto Gessinger)

A gente cresce, mesmo não querendo crescer, o tempo passa, mesmo não querendo passar, a gente cresce, mesmo não querendo passar e a gente passa, enquanto não parece crescer... Problemas aparecem, desaparecem e reaparecem, coisas que se parece não entender, a gente cresce, a gente juvenesce, e parece tudo igual, é tempo de mudar, pra perceber que está tudo igual. A gente rejuvenesce. E é tudo igual. O mundo é todo igual. O mundo tá sempre igual. É tudo igual. Tem sempre alguém que te espera às 5h30 da manhã, às 04h15 da tarde, às 08h30 da noite e às 03h45 da madrugada. Alguém que espera pra te dizer o que não precisa ser dito e te responder, mesmo que a pergunta não seja feita. Alguém que você espera e que espera por você. É difícil quando se sofre, quando sofremos, quando pensamos que o melhor era o não passar do tempo, era o voltar do tempo, era o volver no tempo. Esquecer o passado que seria futuro e parar de esperar o futuro que não chega. Só você é capaz de desviar, de mudar, de voltar, de recomeçar, mesmo sem terminar. A gente quer mudar o mundo, a gente quer mudar a gente, a gente não muda nada. Ninguém muda nada. Você não mudou nada. O mundo e suas dores, o mundo e seus horrores. Já não esquento a cabeça. A música, a casa, a flor, o pincel, a banda, o conto, o abraço, o beijo, a guitarra, o sorriso, o bloco, o disco, você.

domingo, 22 de abril de 2007

Você sabe com quem tá falando?

Quem você pensa que é?



Canção: Dom Quixote
Grupo: Engenheiros do Hawaii
Autor: Humberto Gessinger / Paulo Gauvão
CD: Dançando no Campo Minado (2003)

"Muito prazer, meu nome é otário/ Ás de Espadas fora do baralho/ Muito prazer me chamam de otário/ por amor às causas perdidas./Tudo bem, até pode ser/que os dragões sejam moinhos de vento"

domingo, 8 de abril de 2007

"Depois da derrota o pior resultado é o empate."(Galvão Bueno)

Colégio Pedro II - Unidade Escolar São Cristóvão

1- Prédio da fachada principal, entrada da Unidade II (momentos de espera de 1998-2001)
2- Teatro Mário Lago, antigo Teatro Pedro II (3 formaturas, peças, flauta-doce, risadas da profa de Inglês, e "a esperança é vesga")
3- Prédio da Unidade II, ooooo Pedrão (502-608-708-808)
4- Capela (a lenda da bruxa e o beija-flor suicida)
5- Hall do Elevador do Prédio Central (a grande bolada na cara do Inspetor)
6- Unidade I, oooooo Pedrinho (104-202-302-408)
7- Parte da Mata Atlântica (aulas ao ar livre e a escadaria)
8- Unidade III (2110, 2210, 2304)
9- Pátio descoberto do Pedrinho (Pic-pega, cola, parede, alto, esconde, polícia e ladrão, menina(o)-pega-menino(a), "comigo não tá", sombras e a roda gigante de baralho da 302)
10- Os totós do Viriato (bolas roubadas, garrafas de Guaraviton e Hula-Hula, sábados perdidos e "trabalhos em grupo" até as 7 da noite, "habilidade é o que lhe falta")
11- Entrada da Unidade I (tchau, mãe! 1994-1997) e da Unidade III (corre que o portão vai fechar! 2002-2004)
12- Ginásio do Pedro II (e as minhas habilidades esportivas...)
13- Final da Pista de Corrida (campeonato de 3 cortes com bola de tênis)
14- Pista de Corrida de 100m (não quer nadar? 20 voltas na pista!)
15- A Direção Geral!!! (e a imortalidade do Sr.Wilson)
16- Piscina Olímpica (peito, costas, crown, borboleta, por baixo d'água, respiração lateral..."ai, caralho, aqui eu não dou pé!")
17- Complexo Polidesportivo (reformas anuais... e... bota complexo nisso...)